segunda-feira, 25 de julho de 2011

Coletivo 77 transporta a cultura para Barbacena

Bruno Laviola                                                                                                             Foto: Divulgação   
Integrantes do Coletivo 77 levam mais cultura para Barbacena

O Coletivo 77, como o próprio nome diz, nasceu do coletivo. Ele representa a iniciativa de um grupo diverso - profissionais do teatro, artes plásticas, fotografia, comunicação, entre outros - interessado em expandir a cultura da cidade. 77 é o horário exato da criação (7 horas e 7 minutos do dia 4 de julho de 2009).
Além do cineclube Barbacine 77, há outro grupo bem sedimentado no Coletivo: o Clube de Leitores 77. A proposta deste é promover e incentivar a leitura. Bem como o cineclube, o clube de leitores também tem reuniões quinzenais e é totalmente gratuito. Mensalmente, uma obra literária é escolhida, além de outras leituras intermediárias.  Após as leituras, há discussões sobre as obras.
Mas o Coletivo não fica só nisso. Além destes dois projetos já bem estruturados e organizados, há incontáveis eventos organizados no curto espaço de tempo de existência do Coletivo, entre eles o Festival Alambique do Rock e diversas coberturas em áudio e vídeo. “Nós somos híbridos entre algumas empresas que estão sendo “embrionadas” e o movimento. Movimentos que são as ações culturais”, conta Fred Furtado, diretor-fundador do grupo.
O 77 já tem vários projetos futuros em andamentos, ligados não só a cultura como ao social, entre eles a vinda da Cufa (Central Única das Favelas) para a cidade. “Uma semana depois da sugestão já estávamos articulando com a CUFA e a resposta deles foi muito positiva porque os movimentos não são desintegrados. Eles sempre rumam para chegar à mesma praça do centro da cidade e buscar uma coesão nas suas ações e ideologias. Então a gente vai lapidando toda essa área – cultural, social e empresarial também”,
Em pouco menos de dois anos, o Coletivo prepara-se para lançar em julho a casa Fora do Eixo, que é um local que converge o 77, Casa D Foto (que dá apoio fotográfico aos eventos), as reuniões da Cufa e tudo de relacionado ao grupo. O crescimento é a passos largos: “Eu não vou dizer que não esperava. Mas foi absurdamente surpreendente a velocidade com que tudo está acontecendo,” conta Fred.
Há uma variedade de planos em longo prazo, mas, quanto ao principal, Fred é confiante: “Eu quero que Barbacena possa se reconhecer e ser reconhecida enquanto cidade criativa. E com o Circuito Fora do Eixo eu posso trazer o Brasil inteiro para Barbacena. Isso também me possibilita levar Barbacena para lá também. É uma via de duas mãos”, diz. 

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